quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Distante do Mundo (Na Estação)

Certa vez, parado na estação
Deixei-me mergulhar no inconsciente.
Fechei os olhos para não ver passar o tempo.
Senti uma leve brisa tocar meus lábios
E em questão de segundos, larguei toda minha vida para trás
E a face da pessoa amada inundou meus pensamentos
Ali voltei a ser criança,
Perdi o contato com o real.
Ganhei a capacidade de tornar o impossível
Previsível e convicto acontecimento programado para acontecer em instantes
É só esperar...
As pessoas passavam e me observavam,
E notei também suas indagações e curiosidades.
Mas, são compreensíveis suas atitudes
Distante estamos deste planeta quando pensamos em amor.

Jorge Willian S Cardozo

2 comentários:

Anônimo disse...

- O que seria do encanto do amor se não fossem os sonhos paralelos que nos instigue a realização deste mesmo que em fantasia?

Com o amor conhecemos lugares impenetráveis e até mesmo inexistentes. Viajamos entre as galáxias e quem sabe Universos.

Dividimos o amor com o mundo pois o mundo não tem amor para compartilhar, então sejamos racionais e resgatemos o que a sociedade enterrou em seus asfaltos e praças para o progresso e desenvolvimento da nação...

Resgatemos o Amor!

Anônimo disse...

Bom dia! Vim conhecer seu espaço e parabenizá-lo pela iniciativa. Seus textos são expressivos, criativos e profundos. Sucesso! Bj poesia