Nesta obra tive o prazer de colocar no papel, perguntas, e afirmações sobre o meu próprio "EU",
sobre o seu "EU", e sobre o "EU" de muitas pessoas, uma profunda reflexão sobre o que você, eu e muitas pessoas
temos feito de nossas vidas neste mundo onde tudo parece ser tão dificil, onde o amor parece uma raridade,
onde o romantismo é apenas algo "fora de moda", simplesmente pelo modismo, status,
e acredito que o principal mal da humanidade hoje, que é o orgulho próprio, o medo do que os "outros" vão pensar ou
dizer sobre as atitudes que tomamos, e para não ficarmos "fora de moda", alguns de nós isolamos o nosso próprio "EU" para
viver um "EU" utópico, frustrado e doentio, tudo para ficar nessa incognita destrutiva chamada "modismo"..
Eu lamento que tenhamos perdido o fervor do romantismo, do amor, da humildade sentimental, o que deveria ter evoluido
tendo em vista toda a evolução social nas últimas décadas. Acredito que apesar de toda a evolução, o tal "modismo", tornou regressivo
o ponto mais importante de nossas vidas que é o "SER", substituído pelo "TER", ou até mesmo um "SER" forçado, fingido, sonhado...
Por isso hoje tantas pessoas são frustradas e na sua maioria são frustradas, simplesmente por querer um "TUDO" inexistente, e
por esquecer de viver a simplicidade do "SENTIR"...Um mundo globalizado, era digital, e suas inovações, não permitem
o verdadeiro "SER", "SENTIR", e por isso tantas doenças modistas destroem o sentimento das pessoas, familias e eternos amores...
Hoje falar em amor eterno é descrente para aqueles que perderam a sensibilidade de sentir, sentir com a alma, o suave cheiro de uma flor,
o toque das mãos, o roçar da pele, a profundidade de um olhar, a pureza de um desejo, o verdadeiro sentido de um beijo, e
principalmente a força e a complexidade do que é realmente o "AMOR"...
Deixo abaixo minha humilde obra "EU", para que possamos refletir a respeito do que estamos fazendo hoje com nossas vidas,
de como estamos administrando nossos sentimentos, e o qual é a verdadeira semente que estamos plantando hoje....
Quem sentir-se a vontade, pode transmitir adiante esta mensagem, sei que não estarei entrando na mente de muitas pessoas com esse
grito desesperado pelo amor, mas sei que muitas pessoas serão sensibilizadas e sentirão no todo cada palavra escrita nesta obra...
sobre o seu "EU", e sobre o "EU" de muitas pessoas, uma profunda reflexão sobre o que você, eu e muitas pessoas
temos feito de nossas vidas neste mundo onde tudo parece ser tão dificil, onde o amor parece uma raridade,
onde o romantismo é apenas algo "fora de moda", simplesmente pelo modismo, status,
e acredito que o principal mal da humanidade hoje, que é o orgulho próprio, o medo do que os "outros" vão pensar ou
dizer sobre as atitudes que tomamos, e para não ficarmos "fora de moda", alguns de nós isolamos o nosso próprio "EU" para
viver um "EU" utópico, frustrado e doentio, tudo para ficar nessa incognita destrutiva chamada "modismo"..
Eu lamento que tenhamos perdido o fervor do romantismo, do amor, da humildade sentimental, o que deveria ter evoluido
tendo em vista toda a evolução social nas últimas décadas. Acredito que apesar de toda a evolução, o tal "modismo", tornou regressivo
o ponto mais importante de nossas vidas que é o "SER", substituído pelo "TER", ou até mesmo um "SER" forçado, fingido, sonhado...
Por isso hoje tantas pessoas são frustradas e na sua maioria são frustradas, simplesmente por querer um "TUDO" inexistente, e
por esquecer de viver a simplicidade do "SENTIR"...Um mundo globalizado, era digital, e suas inovações, não permitem
o verdadeiro "SER", "SENTIR", e por isso tantas doenças modistas destroem o sentimento das pessoas, familias e eternos amores...
Hoje falar em amor eterno é descrente para aqueles que perderam a sensibilidade de sentir, sentir com a alma, o suave cheiro de uma flor,
o toque das mãos, o roçar da pele, a profundidade de um olhar, a pureza de um desejo, o verdadeiro sentido de um beijo, e
principalmente a força e a complexidade do que é realmente o "AMOR"...
Deixo abaixo minha humilde obra "EU", para que possamos refletir a respeito do que estamos fazendo hoje com nossas vidas,
de como estamos administrando nossos sentimentos, e o qual é a verdadeira semente que estamos plantando hoje....
Quem sentir-se a vontade, pode transmitir adiante esta mensagem, sei que não estarei entrando na mente de muitas pessoas com esse
grito desesperado pelo amor, mas sei que muitas pessoas serão sensibilizadas e sentirão no todo cada palavra escrita nesta obra...
Um grande abraço, fique com DEUS hoje e sempre, e uma boa leitura....
Seu amigo poeta
Fabio Ramos dos Santos®
EU
Imaginar, buscar,
Buscar um “EU”
Em meio a tantos que eu queria ser, ou ter
Tanto que sonhei quis buscar, e não pude
Não pude ter, nem ser
Tantos “EU” busquei alcançar
Mas nenhum “EU” é como pensei
Talvez “se”, o “não posso”, “não devo”
Todos que me impedem de “ser”, de “ter”
Não sei, é simples e original ser eu
E não ser o eu que sonhei...
O tempo não é o culpado
Ele esteve ali, apenas não o vivi como devia
Oportunidades ali estiveram
Mas em meio a cegueira da busca de um eu utópico
Esqueci do “EU” verdadeiro, do presente, do real
As chances passam, o tempo também, e nada me resta
A não ser fragmentos, restos do que busquei
Aprendi a ser feliz
Viver o “EU” verdadeiro e lutar por ele
Aprendi que existem vários “EU”
O “EU” do “se isso”, “se aquilo”, “talvez sim”, “quem sabe não”
“Se eu pudesse”, “se eu fosse”, “se eu aceitasse ou não”
Todos “EU” que não levam a nada
Todos sonhos, apenas um “EU”
Porque o passado não volta, o tempo não para
É preciso saber viver o presente
E ser o “EU” que sou
Não o eu que sonhei ou sonharam pra mim
A vida é uma só
E “EU” decidirei se serei um vencedor ou um fracassado
Se serei o verdadeiro “EU”
Buscar um “EU”
Em meio a tantos que eu queria ser, ou ter
Tanto que sonhei quis buscar, e não pude
Não pude ter, nem ser
Tantos “EU” busquei alcançar
Mas nenhum “EU” é como pensei
Talvez “se”, o “não posso”, “não devo”
Todos que me impedem de “ser”, de “ter”
Não sei, é simples e original ser eu
E não ser o eu que sonhei...
O tempo não é o culpado
Ele esteve ali, apenas não o vivi como devia
Oportunidades ali estiveram
Mas em meio a cegueira da busca de um eu utópico
Esqueci do “EU” verdadeiro, do presente, do real
As chances passam, o tempo também, e nada me resta
A não ser fragmentos, restos do que busquei
Aprendi a ser feliz
Viver o “EU” verdadeiro e lutar por ele
Aprendi que existem vários “EU”
O “EU” do “se isso”, “se aquilo”, “talvez sim”, “quem sabe não”
“Se eu pudesse”, “se eu fosse”, “se eu aceitasse ou não”
Todos “EU” que não levam a nada
Todos sonhos, apenas um “EU”
Porque o passado não volta, o tempo não para
É preciso saber viver o presente
E ser o “EU” que sou
Não o eu que sonhei ou sonharam pra mim
A vida é uma só
E “EU” decidirei se serei um vencedor ou um fracassado
Se serei o verdadeiro “EU”
Fabio Ramos dos Santos
http://paginas.terra.com.br/lazer/misty/poesias/fabinho/eternidade.html
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=25063
e-mail: fabioramosdossantolages@yahoo.com.br
msn: fabioramospoetasc@hotmail.co
orkut: Fabio Ramos dos Santos

Nenhum comentário:
Postar um comentário